Boa noite, pessoas que visitam meu pequeno mundo. Estou aqui para informá-los que a tão chegada hora do descanso e equilíbrio da minha mente está próximo. Posso sentir o cheiro da tranquilidade em datilografar os meus textos, aqueles que vêm no escuro da noite ou em horas simultâneas onde o mínimo detalhe envolve-me numa leiga estória. Criei meu blog - primeiramente - para postar uma redação, isso é vergonhoso de admitir. Porém, conselhos para criá-lo vieram de muito tempo atrás. Amigos que vivem diariamente comigo, diziam que deveria anotar os meus momentos quando frases impronunciáveis eram faladas. Minhas respostas vagas, mas ainda sim intimistas nos sentimentos das pessoas fez com que continuasse publicando minhas epifanias. Não sou lá uma grande escritora, ainda tenho que aprender e muito para tornar-me-a uma, contudo se não desistir agora chegarei rapidamente no meu foco. Enquanto isso, vocês que lêem meu blog, terão que de habituar com minhas epifanias momentâneas e, claro, espontâneas. Obrigada, esperem o fluido da minha próxima querida epifania.
Memorizar datas sempre é uma tarefa difícil para mim, por isso que eu não quero arriscar uma data específica do dia que conheci, de fato, o escritor Eduardo Galeano. Chuto dizer que o conheci em meados de 2010, e o lugar do encontro não poderia ter sido melhor: numa biblioteca pública do estado de Pernambuco, localizada no centro da cidade do Recife. Foi através de um amigo que pude conhecer Galeano e os seus infinitos abraços através de grandes histórias. Uruguaio, Eduardo Galeano (1940-2015) traz em seus textos uma mistura de inquietações que nos são poeticamente compartilhadas. A beleza, a emoção e o sofrimento sendo descritas em poucas linhas e que nos transbordam com reflexões. A minha primeira leitura de Galeano foi “O Livro dos Abraços”, da editora L&PM, com tradução do Eric Nepomuceno. E, segundo o tradutor, Galeano foi o único escritor a revisar com ele todas as linhas das obras traduzidas antes de serem oficialmente publicadas no Brasil. Isso mostra o ca...
Epifanias devem ser espontâneas! *-*
ResponderExcluirContinue sim, será um prazer acompanhar!
Sobre o comentário de Caio F. Abreu, bem, ele que utilizava muito a palavra "epifania", daí minha dúvida! rs