Boa noite, pessoas que visitam meu pequeno mundo. Estou aqui para informá-los que a tão chegada hora do descanso e equilíbrio da minha mente está próximo. Posso sentir o cheiro da tranquilidade em datilografar os meus textos, aqueles que vêm no escuro da noite ou em horas simultâneas onde o mínimo detalhe envolve-me numa leiga estória. Criei meu blog - primeiramente - para postar uma redação, isso é vergonhoso de admitir. Porém, conselhos para criá-lo vieram de muito tempo atrás. Amigos que vivem diariamente comigo, diziam que deveria anotar os meus momentos quando frases impronunciáveis eram faladas. Minhas respostas vagas, mas ainda sim intimistas nos sentimentos das pessoas fez com que continuasse publicando minhas epifanias. Não sou lá uma grande escritora, ainda tenho que aprender e muito para tornar-me-a uma, contudo se não desistir agora chegarei rapidamente no meu foco. Enquanto isso, vocês que lêem meu blog, terão que de habituar com minhas epifanias momentâneas e, claro, espontâneas. Obrigada, esperem o fluido da minha próxima querida epifania.
Tenho pouco tempo para escrever tudo aquilo que eu vi hoje. Estou dentro de um banheiro de uma balada qualquer. Baladas dessas madrugadas que acabam acontecendo quando você está com os amigos e decidem extravasar. Ok. Tenho que dizer que ela é de estatura baixa, cabelos curtos e da cor preta, olhos moldados por um traço marcante e com lábios, exageradamente, lindos. Ester. Este é o nome fictício que inventei para ela e que agora não sai da minha cabeça. Ester dança como uma profissional, mas que ainda consegue ter a proeza de um gingado de menina. A enxergava em câmera lenta e os jogos de luzes a transformavam uma estrela de sucesso no palco. Ester. Ester. Tinha conseguido chegar perto dela. Cheguei dançando no ritmo do barulho e conseguindo conquistar seus olhos sobre mim. E, por eternos cinco segundos, nos olhamos como um caçador olha sua presa e sabe em qual momento deve atacar. Eu estava sendo a sua presa, ela estava me atacando. Ester ria através de cada movimento, olhares,...
Epifanias devem ser espontâneas! *-*
ResponderExcluirContinue sim, será um prazer acompanhar!
Sobre o comentário de Caio F. Abreu, bem, ele que utilizava muito a palavra "epifania", daí minha dúvida! rs