Memorizar datas sempre é uma tarefa difícil para mim, por isso que eu não quero arriscar uma data específica do dia que conheci, de fato, o escritor Eduardo Galeano. Chuto dizer que o conheci em meados de 2010, e o lugar do encontro não poderia ter sido melhor: numa biblioteca pública do estado de Pernambuco, localizada no centro da cidade do Recife. Foi através de um amigo que pude conhecer Galeano e os seus infinitos abraços através de grandes histórias. Uruguaio, Eduardo Galeano (1940-2015) traz em seus textos uma mistura de inquietações que nos são poeticamente compartilhadas. A beleza, a emoção e o sofrimento sendo descritas em poucas linhas e que nos transbordam com reflexões. A minha primeira leitura de Galeano foi “O Livro dos Abraços”, da editora L&PM, com tradução do Eric Nepomuceno. E, segundo o tradutor, Galeano foi o único escritor a revisar com ele todas as linhas das obras traduzidas antes de serem oficialmente publicadas no Brasil. Isso mostra o ca...
Bonito o diálogo.Triste, mas bonito. Obrigado pela visita. ;)
ResponderExcluirOuun, que amor!
ResponderExcluirQue coisa bonita, (re)doeu aqui dentro...
ResponderExcluirBoa noite.
ResponderExcluirDesculpa o incomodo, mas venho hoje pedir que olhe com carinho meu blog de resenhas literárias, o O Leitor.
Se puder fazer parte, agradecemos.
Obrigada e uma ótima quinta-feira. Beijos,
Pamela.
Arriscar-se faz parte do caminho pra uma possível felicidade.
ResponderExcluirSe arriscar pode doer, mas muitas vezes vale a pena, nem que seja pelo aprendizado.
ResponderExcluirBeijos
@Walter Filho
ResponderExcluirObrigada! <3
Seus escritos: sempre nas horas certas, com a qualidade certa, com a profundidade conhecida. Triste, e bastante reflexivo. Esta de parabens
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