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25 de novembro de 2011

Sem doce.

O céu havia escondido minhas estrelas e o escuro da noite ainda se afundava na minha tristeza, mas, ainda existia uma possibilidade de encontrar o que parecia ter perdido: ainda não sei o que dizer. Parece que minhas brechas sensíveis foram tampadas por um súbito silêncio e me resta apenas o pensar. Há momentos que me sinto perdida dentro de mim mesma e isso me aflige, queria tanto encontrar aquela saída desconhecia onde seus caminhos são tão tortuosos. Juntar-me a outra palavra e ter um sentido. Ser como aquela palavra amor, ela exerce sua função, mas não o entendimento – queria possuir minha função e não ser compreendida por ninguém, apenas por mim. Ninguém entende como a gente quer e não seria agora que me entenderiam. Gosto de ser um enigma para mim mesmo e um mistério ao meu próximo. Ser sentida com inquietude – sem mandamentos – apenas absorver aquilo que seja bom e não estranhar o meu lado amargo, sem doce.


Estou sem net, pessoal. )':