Essa foi uma das minhas metamorfoses mais intensas. Estava sufocada em meu próprio casulo e a fechadura estava por dentro. Ninguém, além de mim mesma, poderia me salvar do meu próprio sufoco e da falta de ar. Quando o sentimento de vazio te drena por inteira e não consegues pensar mais em nada. Você quer chorar. Sim, você quer chorar, mas você não consegue e a explicação é tão ilógica que você não quer mais pensar tanto sobre isso, apenas quer sentir novamente a sensação da sua neutralidade sobre o mundo. Meus olhos estavam fadigados e demonstrariam rendição a qualquer momento, mas algo ainda me mantinha aqui e naquela hora eu não conseguia pensar nessa sutileza em que eu estava. Imaginei qualquer outra pessoa com liberdade e que poderia correr, gritar, chorar na hora que bem entendesse. Então, conclui, com as peças erradas, que tudo aquilo estava fora do lugar pelas minhas escolhas, atitudes e reações a diversas coisas que me transbordavam tristezas. Pude sentir ...
Bonito o diálogo.Triste, mas bonito. Obrigado pela visita. ;)
ResponderExcluirOuun, que amor!
ResponderExcluirQue coisa bonita, (re)doeu aqui dentro...
ResponderExcluirBoa noite.
ResponderExcluirDesculpa o incomodo, mas venho hoje pedir que olhe com carinho meu blog de resenhas literárias, o O Leitor.
Se puder fazer parte, agradecemos.
Obrigada e uma ótima quinta-feira. Beijos,
Pamela.
Arriscar-se faz parte do caminho pra uma possível felicidade.
ResponderExcluirSe arriscar pode doer, mas muitas vezes vale a pena, nem que seja pelo aprendizado.
ResponderExcluirBeijos
@Walter Filho
ResponderExcluirObrigada! <3
Seus escritos: sempre nas horas certas, com a qualidade certa, com a profundidade conhecida. Triste, e bastante reflexivo. Esta de parabens
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