
Controlou-se. Mas não poderia desprender-se da atração de suas mãos delineadas de tal grandiosidade de um deus, a fez sonhar com fetiches maldosos. Mãos que entregava em sua mente o seu troféu. Mãos que enterrava o defunto. O homem agora atraído para seus olhares, assentiu no seu ego o fogo do desejo em suas espinhas. Levantou seus olhos. Respondeu timindamente ao desejo. Ovações espantadas eram declaradas a multidão, o coveiro perdera um pouco do equilíbrio. Saudades da terra antiga, diziam alguns. O coveiro agora sentia a flechada ocular atingi-lo descontroladamente. Encontravam-se agora ali. Não perderam números, milésimos, segundos, minutos. Jogou o seu corpo lutuoso contra o mármore de um anjo, ousou passar suas mãos másculas entre as peças de sua roupa. Ela contrai-se. Seu íntimo grita para ser encontrado. Suas mãos percorrem mais uma vez o seu corpo, apesar das linhas do tecido o desejado é achado. Seus seios são delineados com suas mãos tão desejadas pela viúva, ela nas palavras em seu ouvido contrai-se, ele atenta. Ela continua. Ela deseja a entrada, aviso-o, ele mostra uma sede insaciável com o prévio. Ela atenta e sede espaço para o intruso, ele não recua. A domina. A possui de forma implacável e literalmente descontrolado.
Ambos ecoam a música da felicidade momentânea. Saciados pelo prazer, o coveiro sorri, demonstra prazer em conseguir dominar aquela mulher. A viúva o surpreende, ele a deseja mais e ela recusa. A cena sanguínea é repetida, e os maldosos dedos encontram a faca maldita, não recuam até acertá-lo pelas costas. Ele apavora-se, ela ri. E como da outra vez, é a última ninfa do prazer dos seus escolhidos. Corpo ferido mente ferida. Recomponhe-se como uma viúva sofrida. Ela deseja mais uma vez e outra vez. O coveiro inerte despeja suas lágrimas ensangüentas por todo mármore angelical. Ela o estuda como se tivesse captado uma escultura inglesa – ela quer tocá-lo, mas não ousa. As cenas retornam – o marido o coveiro, ela. Eles não eram os primeiros, testava neles a nova arma treinada. Ela quer fugir, mas quer sentir novamente o poderio dos seus prêmios. Ela deseja mais uma vez e outra vez. Desespera-se, lembra-se que não há ninguém a sua espera. Esqueceu-te da prole, ela sorri. A noite escura acomoda tranquilamente uma criatura a dormir.
Ele acorda e busca um conforto de um sorriso em sua genitora. Acolho repreendido. Palavras soltas e mais soltas são tampadas pela leveza das mãos da viúva. Ela o toma. Ele sente os olhos de morte. Ele deseja fugir, mas sua força ainda o torna vulnerável à dela. Mas o corpo maldito torna-se a presa; a medonha faca escondida mostra-se a cena, ela tenta reagir, mas o seu corpo parece sedente pelo golpe. Sem reação. Debruça nos braços do seu intercessor, ela sorri. Corpo ferido mente ferida, agora, ele sorri.
Que forte hein? Adorei o post amoree
ResponderExcluirVim agradecer pelos seus comentários. São muito importantes pra mim!
bjos
Olá Arianne
ResponderExcluiré sempre um prazer vim aqui,Bia , queria agradecer as visitas feitas lá no meu blog e desejar um feliz natal e um excelente ano novo.Beijos e continue seguindo meus anjos.
Ui, mãos, desejo, peito e uma rosa.
ResponderExcluirEeeeeeeeita coisa boa.
que texto ein, parabéns!
e obrigada pelo carinho em meu blogue.
Caraca, que primor o seu blog! Que layout maravilhoso, Arianne! (AMO lilás, haha) E que textos, menina! Honradíssima por você seguir o Busílis.
ResponderExcluirAbraço.
Uma boa história. Talvez a viúva e o coveiro já se tivessem visto antes... ou não. :)
ResponderExcluirPode deixar que passarei sempre aqui sim.
ResponderExcluirEstou lhe seguindo...
Beijos
Obrigada pela visita e carinho lá no meu blog.
ResponderExcluirUm FELIZ NATAL!!
Bjoo
Oi, oi...Primeiro quero elogiar o excelente conteúdo e layout do seu Blog. Eu simplismente adorei. Tudo muito bem pensado e construído. em segundo, quero agradecer por prestigiar o meu Blog, não só com a tua visita, como também com o comentário e por me seguir. Espero que ambos tenhamos sucesso. Um grande beijo...haha, e estou te seguindo! ; )
ResponderExcluirUal.
ResponderExcluirficou fantástico.
Tenha um Feliz Natal e um Ano novo cheio de amor, saúde e paz.
bjs
Arianne, querida, selo para você no meu blog. Passa lá. (:
ResponderExcluir[AAAAAAAAAAAAAAAAA]
ResponderExcluireu adoro ler seus textos!
:)
Isso daria uma bela peça teatral de drama,alias,muitos dos teus post!
ResponderExcluirObrigada pela visita e pelo convite para o seu group!
Beijão *-*
http://ladypoetisa.blogspot.com
"Mas o corpo maldito torna-se a presa; a medonha faca escondida mostra-se a cena, ela tenta reagir, mas o seu corpo parece sedente pelo golpe. Sem reação. Debruça nos braços do seu intercessor, ela sorri. Corpo ferido mente ferida, agora, ele sorri. "
ResponderExcluirA mulher era doente, e sorriu por saber que o filho a matou? É sério? Chocante... Mas amei.
Amei o post. Muito forte, muito intenso. Lindo!
ResponderExcluirbeijo :*
Também estou te seguindo. Obrigado pelo carinho! Seu blog tem textos muito interessantes! Sucesso com ele e muita paz pra 2011! :D Beijo!
ResponderExcluirOlá, vim desejar um ótimo Natal e um próspero Ano Novo. Que sua vida se torne melhor em 2011 e que você seja mais feliz ainda do que já é!
ResponderExcluirObrigada pela sua presença em meu blog. É muito importante pra mim ver seu comentário lá!
Mil beijinhos
Nina
Uau. Tu tens um dom para organizar as palavras, sabia? Tudo fica muito mais interessante de se ler. Adorei, de verdade. Queria parabenizá-la e também, agradecer pelo comentário no meu, querida. Apropósito, tem post novo por lá. Se quiser dar uma olhadinha... Enfim, um beijo e sucesso!
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