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11 de fevereiro de 2011

Morte cerebral

Ao desencarne ao óbito
Por que ainda lutas pela carne e não pela alma?
Segurei-te até os fins da sua nobre vida e desperdiçasse com regalias
Tentei-me ser forte e substituir os guerreiros perdidos
Grandes divisões celulares proporcionei a você
 E mínimos agradecimentos recebi

Ao óbito à morte
Óh, corpo que chora e ao pranto se desconsola
Não sabes tu que a morte chegara nessa hora?
Talvez seja cuidadosa e o caminho seja consolador
Talvez seja perigoso e ameaçador
Por que não tentares? Recorrestes ao mal, recorrestes ao fim

A morte ao passamento
Não suportarei despedidas
Quero os guerreiros velhos na hora de sua partida
A força ainda possuo
A inteligência ainda se faz em mim
Suporte o desligamento de cada célula, suporte o seu forte

Do passamento para despedida
Não permitirei que sua óptica veja o pranto dos seus semelhantes
Ordenarei as férias dos meus filiais símiles
Desejo muito um descanso a sua similitude
Permito-me um descanso eterno às coisas descobertas da vida
Nesse momento faço a mais conhecida: Morte cerebral


*Bloínquês