Esta música me faz relaxar. Quando a ouvi pela primeira vez, ano passado, foi início de uma inspiração para uma personagem de um dos meus contos. Não sou como a Clarice que enjoa dos seus textos depois que os publica. Certo, de alguns não tenho mais o gosto de reler e outros que nem chego ao término, enjoo realmente. Mas o conto “Destino monótono”, título bem peculiar, não acham? Realmente mudou minha perspectiva. A vida da Vik (não a que saiu de casa, gente – isso é outra estória) conseguiu espantar a minha e essa música ajudou bastante para a criação. A tradução pode ser nada a ver, mas o ritmo e o timbre da Lily me fez ouvir e sentir a música por outro ângulo. Não sei se vai ser assim com você, mas aproveite este som e se envolva. Uma ótima semana pra você.
Cometi dois grandes erros quando conheci Isabelli. Me apaixonei pela sua resposta rápida, seu senso crítico e pela sua independência misturada com a sua beleza natural que me fazia questionar se ela era real ou não. Aqueles cachos que me rendiam um cheiro de casa arrumada e sexo em qualquer hora do dia. Aqueles seus lábios, não tão moldados, mas que me prendiam ao êxtase ao pegá-la mordendo o seu lábio inferior após ouvir uma pergunta chata ao nível do chefe do trabalho. É, Isabelli me rendeu esse primeiro grave erro. O erro dos meus olhos se renderem, da minha vontade aumentar, do meu corpo suar. O segundo erro foi não considerar sua desculpa esfarrapa de sair mais cedo do barzinho por conta da saúde de sua mãe. Descobri mais tarde que ela mora sozinha e que tinha medo de sair à noite. Isabelli tão erótica me fazia gozar por dentro com o seu andar de uma inocência fingida e com um salto alto de uma mulher. Parecia estar à espera do seu homem ou do homem que corr...
é bem reflexivo o trecho dessa música, combina comigo, cabe a mim querer seguir... :S
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