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20 de maio de 2012

Faltou ar*

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                Hoje acordei com aquela baita vontade de te ligar e agradecer tudo aquilo que vivemos. Agradecer por mostrar que o amor realmente existe e pode ser eterno, agradecer por você ter iniciado aquela primeira conversa e não ter cansado de mim. Por ter me dado chances e chances de ser feliz. Por ter orado comigo quando estava fraca de mim mesmo. Por simplesmente, você ter sido você mesmo e permitido me mostrar por inteira - me olhar no espelho através dos seus olhos e querer mais. Eu te agradeço por você ter despertado aquela felicidade antes desconhecida por mim e que se renovava todo dia. Chego fico sem ar quando relembro dos nossos dias, noites, madrugadas e algo que nem era dia nem noite. Você foi aquele que conseguiu me encontrar, na verdade, lapidar aquilo bruto que eu guardava. São muitas as coisas que eu não te disse. Às vezes, não te dizia o quanto eu tava feliz e o quanto eu amava nosso amor poesia. A intensidade é pouco perto daquilo que vivemos. A intensidade sente ciúmes por não ser ela nossa definição, talvez eu deva criar uma nova palavra para nós. Mas o quê? Além da melhor: eu e você. O amigo, o vizinho, o desconhecido, o próximo... Quando eles me veem ou me notam, eles sabem que eu tenho você. Hoje eu acordei com aquela baita vontade de te ligar e agradecer tudo aquilo que vivemos e do que ainda vamos viver. Venha e fique. Hoje. Amanhã. Sempre. Quer uma dica? Venha agora. 





*Escrito ao som "Faltou ar", de Tiê.