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7 de maio de 2013

30days: 7. Um pouco mais de Anita





Anita era um exemplo perfeito de uma mulher com liberdade ao seu próprio ponto de vista. Não suportava a ideia de sofrer por outra pessoa, chorar por um amor não correspondido. Ela acreditava que poderia ser forte de outra maneira, ser autora da sua própria felicidade. Sentia-se leve. Sentia-se solta. (…) Sim, ela gostava de ter alguém para poder abraçar e assistir um filme no fim de tarde, mas não resmungava quando não tinha. O mais importante era proporcionar à vida coisas que valessem a pena lembrar. Se fosse para arriscar, seria nela. Seria no que fosse bom antes, durante e depois. Claro, toda essa sua ideologia se deu após um coração destroçado por um amor errado na hora certa. Ela sempre dizia que suas alegrias e tristezas são passageiras, assim, passam rápido, não duram muito tempo. Mas tinha certeza que quando mergulhasse de cabeça, se tornariam eternas. Contudo, um amor eterno não quer dizer que é recíproco.

E Anita sabia disso. A liberdade é conquistada. Ela era uma mulher que tinha conseguido a liberdade. Dentro de si e fora de si. (...)




30 dias de escrita, dia 7 (Um lugar que exista apenas na sua mente). 
Bem, o mundo da Anita só existe na minha mente. hahaha
>> Já escrevi sobre a Anita aqui